Em queda, Nokia diz que vai cortar 4 mil postos de trabalho

Com a péssima política de garantia de seus produtos, era de se esperar que a Nokia colecionasse quedas e mais quedas, em um ramo que, outrora, ela dominou.

Para quem não sabe, faz três anos que tive um imbróglio com esta empresa por conta do não conserto de um aparelho que comprei e, com menos de três meses de uso, apresentou problemas.

Na época crie o post “Pense mil vezes antes de comprar um celular Nokia“, contando toda a história do atendimento que tive. Ainda hoje este post recebe comentários de consumidores que se veem na mesma situação.

Em queda, Nokia diz que vai cortar 4 mil postos de trabalho

A fabricante de telefones celulares Nokia planeja cortar mais 4 mil postos de trabalho nas unidades na Finlândia, Hungria e México, na medida em que transfere os trabalhos para a Ásia na tentativa de cortar custos.

Os cortes de 8 por cento da força de trabalho da divisão de telefones elevam o total de cortes planejados no grupo para mais de 30 mil.

A companhia sob o comando de Stephen Elop disse em um comunicado que os cortes aconteceriam em etapas durante o ano. A fabricante tem revisado suas operações desde que anunciou o fechamento da unidade na Romênia, em setembro do ano passado.

A Nokia informou que reduzirá 2.300 postos de trabalho na Hungria, cerca de 1.000 na Finlândia e o restante no México.

Em 26 de janeiro, a companhia registrou uma queda de 73 por cento nos lucros do quatro trimestre após as vendas de seus novos telefones com sistema operacional Windows não conseguirem ganhar espaço frente ao domínio do iPhone, da Apple, ou de compensar o declínio de seus smartphones mais antigos.

A Nokia anunciou em abril do ano passado que cortaria 7 mil empregos e revelou cortes de mais 3,5 mil em setembro. O braço de equipamentos de rede Nokia Siemens anunciou cortes de 17 mil funcionários.

1 pensamento em “Em queda, Nokia diz que vai cortar 4 mil postos de trabalho”

  1. O ERRO QUE VEM DE FÁBRICA

    Li seu post e venho compartilhar o mesmo problema.

    Comprei um C3 e em 4 meses ele ficou “maluco”:
    horas errada;
    monitor de bateria indicando nivel “mentiroso” da carga;
    “Câmera em espera”
    Não posso desligar/cancelar as ligações que faço/recebo (botao vermelho/power);

    Meu celular deu o famoso laudo ‘oxidação’, quando vi a foto na loja autorizada e analizando esta com a coordenadora, entendi a tal ‘oxidação’ (no meu entendimento curto de eletrônica) parece uma queima de um ‘microfusivel’ ou um outro componente no canal do carregador de bateria, interpretado como OXIDAÇÃO. A foto mostra uma mancha circular próximo dos contatos onde estaciona o pino do carregador. E olha que lembro que em uma noite, quando conectei o celular percebi algo no display como nunca vi. A bateria deu carga total em poucos minutos e depois voltou a descarregar… hummmm pensei: “Uê!? que que é isso ai?!”

    Voltando, mas e daí? A análise por imagens pode provar que é oxidação? – De onde vem essa metodologia por análise de imagens? -De onde? – Dá Nokia?! – Ahhh tá explicado! – Só porque é uma mancha?! – É inconsistente! a foto não pode ser a prova! -Análise eletronica ou química, seria o mais apropriado. Parece uma armação, como refleti mais tarde com minha esposa: “parece que há uma série “Nokia C3” defeituosa mas não houve uma percepção dessa existência. Talvez nunca aceitem que estão errados e que “o erro está lá na fábrica”. Isso me lembra aquilo que acontece com vários carros: o famoso RECALL. – Ao menos nesse caso, as empresas tiveram ao menos a humildade de declarar que erraram e que iram corrigir o problema sem ônus ao consumidor.

    No Gabinete do diretor de “sei lá o quê” deve estar a preocupação em $$$. Só podem estar sugerindo aos técnicos de manutenção lá na bancada (onde abrem os celulares) a emitir o laudo de ‘OXIDAÇÃO’ pra qualquer desconfiança de ‘mancha estranha’.

    Infelizmente essa queda é reflexo dos consumidores. É o que falei lá pra Coordenadora da Autorizada PPL NOKIA, RJ (Srta. Emanuelle). “A ‘Nokia’ está desvalorizando e ignorando àquele que mais fez para faturar, seus consumidores.

    Pois é, quero provar que é vicio de fabricação, não mau uso.

    Sérgio Gumercindo

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