O que dizer das falhas nas Olimpíadas de Londres?

Nós brasileiros temos o péssimo hábito de supervalorizar o que não é nosso, ou seja, cremos que fora do Brasil tudo são mil maravilhas. É claro que precisamos evoluir em inúmeros aspectos, mas uma prova de que nem tudo é perfeito, digamos, fora daqui, são as inúmeras falhas técnicas, de organização e estrutural que Londres – a sede das Olimpíadas 2012 – apresentou nesta primeira semana de jogos.

Vejamos:

Na apresentação das jogadoras da Seleção de Futebol Feminino da Coréia do Norte, que iriam enfrentar a Seleção da Colômbia, os organizadores hastearam a bandeira da Coréia do Sul. Imagine só… Dois países que vivem em constate conflito. Um erro gravíssimo!!!

Representante norte-coreano fica indignado com o erro dos organizadores
Representante norte-coreano fica indignado com o erro dos organizadores

Na quarta-feira (1), durante uma das inúmeras disputas da natação feminina, os organizadores trocaram às bolas na apresentação, mostrando os nomes dos atletas masculinos que disputariam às semifinais dos 200 metros medley. Algumas atletas chegaram a ficar constrangidas com a falha.

Outra falha no Centro de Esportes Aquáticos de Londres aconteceu dois dias antes, e foi na final dos 100 metros peito feminino. Antes da largada, o sistema que emite o “tiro” de saída disparou antes que o árbitro desse o aviso de “as suas marcas”, que alerta os nadadores para que se prepararem para nadar. Com isso, a nadadora norte-americana Breeja Larson, acabou se jogando na água, tendo que sair logo em seguida. A falha no disparo certamente tirou a concentração da atleta, uma vez que, visivelmente nervosa, ela acabou terminando na sexta colocação.

Em termos estruturais, um teleférico inaugurado para facilitar a vida de turistas durante os jogos falhou, tendo ficado parado (suspenso) com passageiros durante aproximadamente 40 minutos. Tal teleférico cruza o Rio Tamisa, sendo muito utilizado por torcedores que desejam assistir aos jogos na Arena 02, onde ocorrem diversas competições.

Teleférico que cruza o Rio Tamisa parou de funcionar por 40 min
Teleférico que cruza o Rio Tamisa parou de funcionar por 40 min

Estas são apenas algumas das falhas que Londres apresentou até o momento, e olha que estamos falando de uma senhora cidade, a capital do país que possui a 5ª maior economia do mundo.

Que estas e outras falhas sirvam de lição para o Rio de Janeiro, que irá organizar o evento em 2016, e claro, que também sirva para que nós brasileiros deixemos de supervalorizar o que não é nosso… Afinal, eles também erram, e erram muito!!!

1 pensamento em “O que dizer das falhas nas Olimpíadas de Londres?”

  1. Obrigada por tudo .Fico por dentro dos acontecimentos graças a ROTA 83,pois não tenho tempo de ficar navegando.Vocês são 100000……

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